TIRANDO O MATO
Nossa abandonei mesmo o blog
vou voltar aos poucos, olha
a brincadeira que escrevi...
OS ANJOS - Rilke
TÊM AS BOCAS AFADIGADAS
E A ALMA BRANCA, SEM COSTURA.
PECAM POR COISAS DESEJADAS
QUE ENCHEM SEUS SONHOS DE AMARGURA.
OS DEMONIOS - Luna
TÊM AS LÍNGUAS MASTIGADAS
E A ALMA VERMELHA, SEM POSTURA.
PECAM POR CORPOS DESEJADOS
QUE ENCHEM SEUS GOZOS DE FARTURA.
segunda-feira, fevereiro 06, 2006
quarta-feira, janeiro 25, 2006
sábado, janeiro 21, 2006
quarta-feira, janeiro 18, 2006
A PAREDE ROSA

[NÃO ESTÁ ENTRANDO A IMAGEM
MAIS TARDE TENTO DE NOVO...]
Foto de Nair de Paula Soares
poema de Guilherme Mansur
Dia 23 de janeiro é meu aniversário, e os presentes
começam a chegar, olha só que poema concretista
lindo com parece rosa veio hoje pelo correio.
Já tenho um xale, uma blusa indiana, um par
de brincos com pedra de lua, o que mais falta?
Uma voz, um email, um pensamento...
Adoro ganhar presente, e quem não gosta...

[NÃO ESTÁ ENTRANDO A IMAGEM
MAIS TARDE TENTO DE NOVO...]
Foto de Nair de Paula Soares
poema de Guilherme Mansur
Dia 23 de janeiro é meu aniversário, e os presentes
começam a chegar, olha só que poema concretista
lindo com parece rosa veio hoje pelo correio.
Já tenho um xale, uma blusa indiana, um par
de brincos com pedra de lua, o que mais falta?
Uma voz, um email, um pensamento...
Adoro ganhar presente, e quem não gosta...
domingo, janeiro 15, 2006
MEU VERMELHO MEU ESPELHO
Essa onda de vermelho não passa
gosto desde pequenininha...
A vida é colorida não é...
De vermelho...
Luna ( fico lendo poesia)
Como um toco de carvão
Meu lápis vermelho e um giz roto
Desenha teu nome
O nome de tua boca
O signo de tuas pernas
Na parede de ninguém
Na porta proibida
Gravar o nome de teu corpo
Até que a lâmina de minha navalha
Sangre
E a pedra grite
E o muro respire como um peito
Octavio Paz
Essa onda de vermelho não passa
gosto desde pequenininha...
A vida é colorida não é...
De vermelho...
Luna ( fico lendo poesia)
Como um toco de carvão
Meu lápis vermelho e um giz roto
Desenha teu nome
O nome de tua boca
O signo de tuas pernas
Na parede de ninguém
Na porta proibida
Gravar o nome de teu corpo
Até que a lâmina de minha navalha
Sangre
E a pedra grite
E o muro respire como um peito
Octavio Paz
sexta-feira, janeiro 13, 2006
Na madrugada com falta de sono
conto poema e nenhum carneirinho...
CARTA DESPERADA
Mario Quintana
Como é difícil, como é difícil, Beatriz, escrever uma carta...
Antes escrever os Lusíadas!
Com uma carta pode acontecer
Que qualquer mentira venha a ser verdade...
Olha! O melhor é te descrever, simplesmente,
A paisagem,
Descrever sem nenhuma imagem, nenhuma...
Cada coisa é ela própria a sua maravilhosa imagem!
Agora mesmo parou de chover.
Não passa ninguém. Apenas
Um gato
Atravessa a rua
Como nos tempos quase imemoriais
Do cinema silencioso...
Sabes, Beatriz? Eu vou morrer!
conto poema e nenhum carneirinho...
CARTA DESPERADA
Mario Quintana
Como é difícil, como é difícil, Beatriz, escrever uma carta...
Antes escrever os Lusíadas!
Com uma carta pode acontecer
Que qualquer mentira venha a ser verdade...
Olha! O melhor é te descrever, simplesmente,
A paisagem,
Descrever sem nenhuma imagem, nenhuma...
Cada coisa é ela própria a sua maravilhosa imagem!
Agora mesmo parou de chover.
Não passa ninguém. Apenas
Um gato
Atravessa a rua
Como nos tempos quase imemoriais
Do cinema silencioso...
Sabes, Beatriz? Eu vou morrer!
sexta-feira, janeiro 06, 2006
sábado, dezembro 31, 2005
CONTAGEM REGRESSIVA PRA 2006
Rio de Janeiro, 31 de dezembro de 2005,
estando a poucas horas de pipocar os fogos
de artifício, aqui presa no ofício de escrever,
lembrei do tempo - esse regulador de anos
que vai se dilatando, lembrei da música - o
som que embala a poesia da existência...
Feliz 2006!!! Beijocas cariocas da Rosi Luna
--------------------------------------------------------------
O tempo
Se dilata como um fio
Cordão, elástico, caminho,
Estrada que nos transporta
A gente
Segue o tempo e ninguém nota
Seus caminhos, suas rotas
Por onde o tempo seguiu
Depois
Quer viver tudo que viu
Vai bater na mesma porta
De onde um dia saiu
Depois
Quer viver tudo que viu
Vai bater na mesma porta
De onde um dia saiu
[SAMBA DO TEMPO - Alceu Valença]
Rio de Janeiro, 31 de dezembro de 2005,
estando a poucas horas de pipocar os fogos
de artifício, aqui presa no ofício de escrever,
lembrei do tempo - esse regulador de anos
que vai se dilatando, lembrei da música - o
som que embala a poesia da existência...
Feliz 2006!!! Beijocas cariocas da Rosi Luna
--------------------------------------------------------------
O tempo
Se dilata como um fio
Cordão, elástico, caminho,
Estrada que nos transporta
A gente
Segue o tempo e ninguém nota
Seus caminhos, suas rotas
Por onde o tempo seguiu
Depois
Quer viver tudo que viu
Vai bater na mesma porta
De onde um dia saiu
Depois
Quer viver tudo que viu
Vai bater na mesma porta
De onde um dia saiu
[SAMBA DO TEMPO - Alceu Valença]
sexta-feira, dezembro 30, 2005
LUNONGA RIPONGA
Senhores Indianos segurem as saias, batas e
camisetinhas, estou apaixonada por tudo.
Pronto uma amarelinha, uma rosa, uma branca
e uma cereja todas com brilho of course.
E agora José como segurar o bolso com
essa moda tão romântica.... Se vc ver
a saia com babadinhos que comprei
mais linda só mesmo a sinházinha.
Saca só a Lunonga Riponga... estou
a maior araponga!!!!
Senhores Indianos segurem as saias, batas e
camisetinhas, estou apaixonada por tudo.
Pronto uma amarelinha, uma rosa, uma branca
e uma cereja todas com brilho of course.
E agora José como segurar o bolso com
essa moda tão romântica.... Se vc ver
a saia com babadinhos que comprei
mais linda só mesmo a sinházinha.
Saca só a Lunonga Riponga... estou
a maior araponga!!!!
quinta-feira, dezembro 29, 2005
MACHADO NA CABEÇA
Li no Jornal do Brasil hoje(Caderno B6)
uma dica de livro. Vê se dá pra advinhar?
Epilético, pobre, gago, mulato, marginalizado,
ele fundou a prosa brasileira.
É isso - uma machadada na literatura,
Machado veio cortar a Literatura
como divisor de águas. Já houve uma
época que achei o Sr. Machado um
chato mas depois que li, comecei
a abrir a cabeça e ver que chata era
eu por ter uma cabeça pequena
pra não entender. Então de chato ele
passou a ser exacto assim com c... como
diria os patricios portugueses. O nome do
livro "Machado de Assis - Um gênio Brasileiro"
Daniel Piza, acaba de ser lançado pela
Imprensa Oficial do Estado. Assim que der
vou comprar e devorar.. letrinha por letrinha.
Ainda "in Rio" estou saindo muito e micrando
pouco "se la vie" como resistir aos encantos
dessa cidade.... lá vou eu... depois volto...
fica ai paradinho na tela me esperando....
Li no Jornal do Brasil hoje(Caderno B6)
uma dica de livro. Vê se dá pra advinhar?
Epilético, pobre, gago, mulato, marginalizado,
ele fundou a prosa brasileira.
É isso - uma machadada na literatura,
Machado veio cortar a Literatura
como divisor de águas. Já houve uma
época que achei o Sr. Machado um
chato mas depois que li, comecei
a abrir a cabeça e ver que chata era
eu por ter uma cabeça pequena
pra não entender. Então de chato ele
passou a ser exacto assim com c... como
diria os patricios portugueses. O nome do
livro "Machado de Assis - Um gênio Brasileiro"
Daniel Piza, acaba de ser lançado pela
Imprensa Oficial do Estado. Assim que der
vou comprar e devorar.. letrinha por letrinha.
Ainda "in Rio" estou saindo muito e micrando
pouco "se la vie" como resistir aos encantos
dessa cidade.... lá vou eu... depois volto...
fica ai paradinho na tela me esperando....
segunda-feira, dezembro 26, 2005
TÁ ABERTA TEMPORADA DE COMPRAS
Pronto! fui lá numas lojinhas, o Rio tem uma
moda que devia se chamar arrasa quarteirão
digo arrasa carteirão, vc volta com a carteira
batendo sem dinheiro algum. Comprei
2 vestidinhos desses pra depois do banho
bem folgadinhos e soltos, uma blusa indiana
e uma camisolinha de borboleta.
Amanhã quero ir tomar café na Confeitaria
Colombo a tarde, isto é se não chover.
Pronto! fui lá numas lojinhas, o Rio tem uma
moda que devia se chamar arrasa quarteirão
digo arrasa carteirão, vc volta com a carteira
batendo sem dinheiro algum. Comprei
2 vestidinhos desses pra depois do banho
bem folgadinhos e soltos, uma blusa indiana
e uma camisolinha de borboleta.
Amanhã quero ir tomar café na Confeitaria
Colombo a tarde, isto é se não chover.
domingo, dezembro 25, 2005
LUNA IN RIO
A chegada ao Rio foi conturbada,
o carro quebrou em Taubauté a
temperatura subiu tanto que quase
fundiu o motor. O jeito foi apelar para
o seguro. Guarde esse nome "Porto
Seguro" o guincho chegou em 20 minutos
em seguida liberaram um carro de luxo
com motorista, ar condicionado e seguimos
viagem assim, o carro na frente o nosso
atrás na escolta. Vale salientar em pleno
dia 24 de dezembro, chegamos a tempo
da ceia de Natal. Dia after pós-papai
noel. Estou com uma mania de cor
goiaba, foi a cor que vesti no Natal,
essa coisa de ceia de Natal é incompatível
com a palavra regime.... fica pra o ano
que vem... acho que já estou magra de novo.
Bom estou com a revista Programa na mão
estudando o que vou fazer... já vi um
documentário " sô feia mas tô na moda" que
não perco e tem uma exposição do
Aldemir Martins no Centro Cultural dos
Correios que tá na minha lista... isso se
parar o dilúvio... São Pedro tem que dar
uma trégua, o Rio... tá uma água só!!!
A chegada ao Rio foi conturbada,
o carro quebrou em Taubauté a
temperatura subiu tanto que quase
fundiu o motor. O jeito foi apelar para
o seguro. Guarde esse nome "Porto
Seguro" o guincho chegou em 20 minutos
em seguida liberaram um carro de luxo
com motorista, ar condicionado e seguimos
viagem assim, o carro na frente o nosso
atrás na escolta. Vale salientar em pleno
dia 24 de dezembro, chegamos a tempo
da ceia de Natal. Dia after pós-papai
noel. Estou com uma mania de cor
goiaba, foi a cor que vesti no Natal,
essa coisa de ceia de Natal é incompatível
com a palavra regime.... fica pra o ano
que vem... acho que já estou magra de novo.
Bom estou com a revista Programa na mão
estudando o que vou fazer... já vi um
documentário " sô feia mas tô na moda" que
não perco e tem uma exposição do
Aldemir Martins no Centro Cultural dos
Correios que tá na minha lista... isso se
parar o dilúvio... São Pedro tem que dar
uma trégua, o Rio... tá uma água só!!!
quinta-feira, dezembro 22, 2005
sábado, dezembro 17, 2005
PORQUE HOJE É SÁBADO...
Deixo um poema e um emblema. Tenho
andado fora do blog, fora da linha, fora
do mundo da escrita. Peguei um trampo
fixo, desses que tem horário, trabalha-se
sábado, domingo e feriado. Mudando um
pouco o ditado "Hay que enriquecer pero
sen perder la ternura jamas". Logo o
emblema é... corra que sua consciência
vem aí... tô tentando me achar... se souber
onde estacionei minha cabeça me avise,
quem sabe em 2006 eu me acho!!!
Amor no retrovisor - Luna em 17.12.2005
Amor, minha flor, é teu esse fulgor?
Estado de torpor olhando no retrovisor
Não deixa nosso amor virar isopor
Vem macio, meu mel de abelha
Brincar de cobertor de orelha
Vamos fazer o que der na telha
Amor, minha joaninha, conta minhas bolinhas
Te amo tanto que meus olhos parecem janelinhas
Não deixa nosso amor virar estrelinha
Deixo um poema e um emblema. Tenho
andado fora do blog, fora da linha, fora
do mundo da escrita. Peguei um trampo
fixo, desses que tem horário, trabalha-se
sábado, domingo e feriado. Mudando um
pouco o ditado "Hay que enriquecer pero
sen perder la ternura jamas". Logo o
emblema é... corra que sua consciência
vem aí... tô tentando me achar... se souber
onde estacionei minha cabeça me avise,
quem sabe em 2006 eu me acho!!!
Amor no retrovisor - Luna em 17.12.2005
Amor, minha flor, é teu esse fulgor?
Estado de torpor olhando no retrovisor
Não deixa nosso amor virar isopor
Vem macio, meu mel de abelha
Brincar de cobertor de orelha
Vamos fazer o que der na telha
Amor, minha joaninha, conta minhas bolinhas
Te amo tanto que meus olhos parecem janelinhas
Não deixa nosso amor virar estrelinha
segunda-feira, dezembro 12, 2005
sexta-feira, dezembro 09, 2005
CATITA
*** pepito me mandou e o achei tão catito,
será que sou eu... cheia de graça?
"Quando ela passa, franzina e cheia de graça,
Há sempre um ar de chalaça, no seu olhar feiticeiro,
Lá vai catita, cada dia mais bonita,
E o seu vestido, de chita, tem sempre
um ar domingueiro".
[A Rosinha dos Limões - Artur Ribeiro]
*** pepito me mandou e o achei tão catito,
será que sou eu... cheia de graça?
"Quando ela passa, franzina e cheia de graça,
Há sempre um ar de chalaça, no seu olhar feiticeiro,
Lá vai catita, cada dia mais bonita,
E o seu vestido, de chita, tem sempre
um ar domingueiro".
[A Rosinha dos Limões - Artur Ribeiro]
segunda-feira, dezembro 05, 2005
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